quarta-feira, 22 de agosto de 2012

22 de Agosto - Dia do Folclore

Aproveitamos o lindo dia de sol e calor para brincar no Dia do Folclore, após a leitura da lenda do SACI PERERÊ, resolvemos caracterizar as crianças com um gorrinho de papel crepom vermelho e apostar uma corrida de sacis...muito divertido, após a corrida tivemos um jogo de futebol com a galerinha ,eu adorei!!!
Espero que gostem...
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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terça-feira, 21 de agosto de 2012

Danny - Educando com Amor: Bienal do Livro - São Paulo

Danny - Educando com Amor: Bienal do Livro - São Paulo

Bienal do Livro - São Paulo


Após uma longa expectativa, enfim fui à 22ª BIENAL INTERNACIONAL DO LIVRO DE SÃO PAULO, confesso que estava por demais empolgada com o evento e em poder ver todas as novidades e lançamentos, como experiência própria deixo aqui uma dica: realizem a compra de ingressos e credenciamento para os profissionais da área pela internet, mais rápido, fácil e prático o acesso à feira, uma vez que a visitação ao público é aberta e a demanda de visitantes é muito grande, gerando inúmeras filas e um ligeiro desconforto enquanto aguardam.
Mas o evento em si é muito bacana e recomendo para a próxima que acontecerá em  28/8 a 7/9 de 2014.  
 Chegada: Sambódromo virou estacionamento...
 Ziraldo: Tarde de autógrafos

 Os menores livros do mundo!!!

 minúsculos...

 e os maiores...esse aberto vira o Titanic...
 quando cheguei nesse stand,que loucura ...nem piscava!
 Os personagens de Ziraldo em mais um lançamento,
 as crianças enlouquecidas para a foto...

 adoro esse leão do PROERD...
muita diversão e cultura em um único lugar... 



 mais uma escritora e uma enorme fila de jovens aguardando ansiosos pela seu autógrafo...
evento bombando ... 




parte externa do Anhembi
 Marido sempre companheiro, obrigada pelo dia maravilhoso!!!

 Sábado lindo de muito sol e calor...
Minha credencial de Professora!!! 
EU FUI!!!

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Semana do Folclore


O que é Folclore


Podemos definir o folclore como um conjunto de mitos e lendas que as pessoas passam de geração para geração. Muitos nascem da pura imaginação das pessoas, principalmente dos moradores das regiões do interior do Brasil. Muitas destas histórias foram criadas para passar mensagens importantes ou apenas para assustar as pessoas. O folclore pode ser dividido em lendas e mitos. Muitos deles deram origem à festas populares, que ocorrem pelos quatro cantos do país.

As lendas são estórias contadas por pessoas e transmitidas oralmente através dos tempos. Misturam fatos reais e históricos com acontecimentos que são frutos da fantasia. As lendas procuraram dar explicação a acontecimentos misteriosos ou sobrenaturais.

Os mitos são narrativas que possuem um forte componente simbólico. Como os povos da antiguidade não conseguiam explicar os fenômenos da natureza, através de explicações científicas, criavam mitos com este objetivo: dar sentido as coisas do mundo. Os mitos também serviam como uma forma de passar conhecimentos e alertar as pessoas sobre perigos ou defeitos e qualidades do ser humano. Deuses, heróis e personagens sobrenaturais se misturam com fatos da realidade para dar sentido a vida e ao mundo.

Algumas lendas, mitos e contos folclóricos do Brasil:

Boitatá
Representada por uma cobra de fogo que protege as matas e os animais e tem a capacidade de perseguir e matar aqueles que desrespeitam a natureza. Acredita-se que este mito é de origem indígena e que seja um dos primeiros do folclore brasileiro. Foram encontrados relatos do boitatá em cartas do padre jesuíta José de Anchieta, em 1560. Na região nordeste, o boitatá é conhecido como "fogo que corre".

Boto
Acredita-se que a lenda do boto tenha surgido na região amazônica. Ele é representado por um homem jovem, bonito e charmoso que encanta mulheres em bailes e festas. Após a conquista, leva as jovens para a beira de um rio e as engravida. Antes de a madrugada chegar, ele mergulha nas águas do rio para transformar-se em um boto.

Curupira
Assim como o boitatá, o curupira também é um protetor das matas e dos animais silvestres. Representado por um anão de cabelos compridos e com os pés virados para trás. Persegue e mata todos que desrespeitam a natureza. Quando alguém desaparece nas matas, muitos habitantes do interior acreditam que é obra do curupira.

Lobisomem
Este mito aparece em várias regiões do mundo. Diz o mito que um homem foi atacado por um lobo numa noite de lua cheia e não morreu, porém desenvolveu a capacidade de transforma-se em lobo nas noites de lua cheia. Nestas noites, o lobisomem ataca todos aqueles que encontra pela frente. Somente um tiro de bala de prata em seu coração seria capaz de matá-lo.

Mãe-D'água
Encontramos na mitologia universal um personagem muito parecido com a mãe-d'água : a sereia. Este personagem tem o corpo metade de mulher e metade de peixe. Com seu canto atraente, consegue encantar os homens e levá-los para o fundo das águas.

Mula-sem-cabeça
Surgido na região interior, conta que uma mulher teve um romance com um padre. Como castigo, em todas as noites de quinta para sexta-feira é transformada num animal quadrúpede que galopa e salta sem parar, enquanto solta fogo pelas narinas.

Mãe-de-ouro
Representada por uma bola de fogo que indica os locais onde se encontra jazidas de ouro. Também aparece em alguns mitos como sendo uma mulher luminosa que voa pelos ares. Em alguns locais do Brasil, toma a forma de uma mulher bonita que habita cavernas e após atrair homens casados, os faz largar suas famílias.

Saci-Pererê
O saci-pererê é representado por um menino negro que tem apenas uma perna. Sempre com seu cachimbo e com um gorro vermelho que lhe dá poderes mágicos. Vive aprontando travessuras e se diverte muito com isso. Adora espantar cavalos, queimar comida e acordar pessoas com gargalhadas.

Curiosidades:
- É comemorado com eventos e festas, no dia 22 de Agosto, aqui no Brasil, o Dia do Folclore.
- Em 2005, foi criado do Dia do Saci, que deve ser comemorado em 31 de outubro. Festas folclóricas ocorrem nesta data em homenagem a este personagem. A data, recém criada, concorre com a forte influência norte-americana em nossa cultura, representanda pela festa do Halloween - Dia das Bruxas.
- A palavra folclore é de origem inglesa. A termo "folk", em inglês, significa povo, enquanto "lore" significa cultura.
- Muitas festas populares, que ocorrem no mês de Agosto, possuem temas folclóricos como destaque e também fazem parte da cultura popular.
                                                     

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Hans Christian Andersen

Aproveitando o mês da Bienal do Livro aqui em São Paulo e o tema "Era uma vez, muitas histórias" em nossa apostila do 3º bimestre (Sistema Positivo), venho falar do célebre escritor Hans Christian Andersen e um pouco de sua vida e obra...Navegando pela net, encontrei essa pesquisa e considerei válido compartilhar com todos vocês!


"A história da infância triste do patinho feio foi o tema do mais famoso _ e talvez o mais bonito_ dos contos criados por Hans Chistian Andersen"


 Andersen nasceu em Orleans, na Dinamarca, a 2 de abril de 1805. Seu pai era um sapateiro de condição humilde, mas tinha sonhos grandiosos. Um belo dia, resolveu realizar-los: alistou-se como soldado para lutar na guerra napoleônica. No entanto, seus projetos fracassaram: Um ano mais trade voltou gravemente doente à sua terra e morreu pouco depois. Com isso, a família Andersen, que já era pobre, ficou mais pobre ainda.

Quando sua mãe se casou novamente, o pequeno Hans Christian ficou abandonado e teve que se arranjar sozinho. Muito sensível e arredio, não conseguia se adaptar direito a nenhum ofício. Os estudos o atraíam, mas precisou abandona-los, por falta de recursos. De qualquer forma, havia aprendido a ler e a escrever, o que lhe permitiu começar muito cedo a criar histórias curtas e peças teatrais.
Aoa 14 anos de idade, Andersen era um rapazinho solitário, assustado com o mundo, sem muita idéia quanto ao rumo a tomar na vida. Nessa época, apresentou-se em Odense uma companhia teatral que percorria o interior da Dinamarca. Andersen não perdeu um espetáculo. Terminada a temporada, a companhia seguiu viagem, mas a decisão do jovem já estava tomada: ia partir também. Armado de uma carta de recomendação e de poucas moedas, tomou o caminho de Copenhague.

A capital dinamarquesa mostrou-se bem diferente do mundo com o qual sonhava. No ambiente teatral não encontrou ninguém que se dispusesse a ajuda-lo. Os atores e empresários que procurou não simpatizavam com sua aparência tímida e desajeitada. E o diretor do Teatro Geral destruiu de vez as suas pretensões, dizendo-lhe que não havia oportunidades para um ator alto, magro e inexperiente como ele.

Os estudos de balé aos quais se dedicou em seguida também não conduziam a nada. Como bailarino, Andersen revelou-se uma negação, assinalando mais um fracasso na sua longa lista de insucessos. 

Idade Demais, tamanho demais

 
As repetidas decepções não abateram o ânimo de Andersen. Ao contrário, ele se sentia cada vez mais atraído pelo teatro e insistia em escrever peças. Duas delas chegaram às mãos de Jonas Collin, um conselheiro de Estado, que obteve para o rapaz uma bolsa de estudos.

O período de seis anos que se passou na escola de Slagelse foi o mais estável de sua vida até então. Mas nem por isso Andersen deixou de ter problemas: praticamente adulto, sentia-se constrangido entre colegas bem mais jovens e muito menores do que ele. A despeito do seu mal-estar, entretanto, aplicou-se aos estudos com empenho, completando a educação que fora obrigado a interromper na infância. Ao deixar a escola tinha 22 anos.

O gosto bom do sucesso

 
Para sair de uma crise financeira particularmente aguda Andersen escreveu algumas histórias infantis, baseadas no folclore dinamarquês. Pela primeira vez em sua vida, o resultado foi bom: os contos fizeram sucesso.

Embora adulto, Andersen encarava o mundo pelo mesmo ângulo que as crianças, e por isso se exprimia numa linguagem ao mesmo tempo atraente e accessível ao espírito infantil. A riqueza de sua imaginação conseguia dar aspectos surpreendentes às coisas mais corriqueiras e permitia-lhe criar enredo encantados a partir de um botão, uma colher ou um soldadinho de chumbo.

Seus contos se divulgaram rapidamente, dando-lhe finalmente a fama que ele procurava em vão durante tanto tempo.
Tendo começado do nada, Andersen transformara-se numa personalidade aclamada em toda a Europa. Seus contos agora percorriam o mundo. Quando regressou ao seu país, vinha carregado de glória e sua chegada foi festejada pela Dinamarca inteira.

Após toda uma vida de luta contra a solidão, Andersen finalmente se viu cercado de amigos. E foi entre eles que morreu, em 1875, quando tinha setenta anos de idade.
Fonte: Enciclopédia Conhecer_Abril Cultura_1969 
 
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